Time do Joelho Médicos Especialistas em Joelho em Fortaleza – Cirurgias e Tratamentos

Entenda sua Ressonância

Selecionamos os principais termos que costumam causar dúvidas nos pacientes ao lerem o laudo de uma ressonância, cientes de que isso não substitui a importância de uma consulta para análise individual das imagens e definição do tratamento adequado.

É um tipo de lesão do menisco em que parte dessa estrutura desloca-se para a região mais interna do joelho (intercôndilo), enquanto que o local normal do menisco é na periferia / arredores do joelho. Este tipo de lesão pode causar bloqueio articular (travar o joelho), creptações / estalos e dor. É uma lesão com necessidade de cirurgia.

A ressonância é uma técnica em que a imagem é formada por tons de cinza. Quando uma estrutura apresenta um alto sinal é chamada como hipersinal; enquanto um baixo sinal denomina-se hipossinal. A intensidade do sinal é o que ajuda a diferenciar as diferentes estruturas, podendo corresponder ou não a lesão.

São alterações associadas a desgaste, podendo já ocorrer em pacientes jovens, desde que a lesão tenha um caráter crônico (antiga).

Artefato é o termo dado a qualquer imagem estranha, que não deveria estar naquela localização, podendo ser algum fragmento de tecido (inclusive de osso) ou algum implante utilizado em cirurgia ou procedimento prévio. Susceptibilidade magnética se deve à distorção causada por este artefato já que a ressonância não tolera tanto materiais de natureza metálica o que gera deformação na imagem. Importante frisar que estruturas não metálicas podem causar esse efeito.

É um tendão que encontra-se na parte póstero-lateral do joelho (na parte de trás mais para o lado de fora do joelho). Alterações como tendinite podem ocorrer neste tendão.

É também chamado de cisto poplíteo. Ocorre na região posterior (de trás) do joelho e é bastante comum nas ressonâncias. Pode ocorrer tanto em adultos sem nenhuma lesão quanto em crianças. Apesar de ser apenas uma pequena bolsa com líquido em seu interior, causa muito pavor em alguns pacientes devido o nome. Em grande parte das vezes não causa sintoma algum e não exige qualquer tratamento.

Formação cística de caráter benigno e que não exige qualquer tratamento e não costuma causar sintomas.

Se refere a uma formação cística junto ao menisco. Geralmente formado pela entrada de líquido em uma porção lesionada do menisco.

Usado como sinônimo para o Cisto de Baker. Se refere à formação cística na região poplítea (parte de trás do joelho) e geralmente não exige nenhum tratamento específico.

Compartimento fêmoro-tibial é o espaço entre a articulação do fêmur e da tíbia onde se encontram os meniscos e a cartilagem articular. Compartimento patelo-femoral é o espaço entre a patela e a tróclea femoral (depressão do fêmur onde a patela se encaixa) e onde se encontra a cartilagem patelar e troclear.

É a região de transição entre a borda mais externa do menisco e a cápsula (membrana que envolve todo o joelho), onde um é fixo no outro.

É a região arredondada do fêmur que se articula com a tíbia e os meniscos. Os côndilos são revestidos por cartilagem e são locais onde passa bastante peso corporal.

O termo “condro” se refere a cartilagem; “pato” se refere à patologia / doença; “malácea” à amolecimento. Portanto, condropatia se refere a qualquer doença da cartilagem e condromalácea se refere ao amolecimento desta. Geralmente, são usadas como sinônimo.

O termo contusão se refere a uma pancada ou choque. Comumente a contusão óssea ocorre após um trauma direto ou após uma torção do joelho. Pode ocorrer também por traumas repetitivos como corridas.

O menisco tem formato de meia-lua ou da letra “C” é dividido em 3 regiões: a parte da frente (corno anterior), a parte intermediária (corpo) e a parte posterior (corno posterior).

Qualquer fragmento que tenha se destacado e esteja solto na região do joelho é chamado de corpo livre. Na maioria das vezes são pedações de cartilagem, osso ou menisco.

Se refere a uma camada de proteção de gordura que serve para amortecer impacto e diminuir o atrito entre as diversas estruturas.

Se refere a presença de líquido em quantidades aumentadas no joelho. Várias patologias podem causar derrame dentre as principais: lesão de ligamento, lesão de cartilagem / artrose, lesão do menisco ou sinovite. Somente quando o derrame é de moderado a grande volume é que pode exigir punção aspirativa. Derrame leve muitas vezes é normal, já que a análise é subjetiva e enquanto o radiologista pode considerar derrame, o ortopedista pode considerar que esteja dentro da normalidade, por exemplo.

É um “inchaço” no osso. Pode ser causado por trauma agudo (como em uma entorse ou lesão de ligamento), pequenos traumas repetitivos (como corridas) ou por doenças (ex: artrose).

É uma lesão óssea benigna que não costuma causar sintoma algum e geralmente é encontrada por acaso na ressonância.

É o topo do côndilo do fêmur, a região mais proeminente desta estrutura. Temos o epicôndilo medial (presente no côndilo medial) e o epicôndilo lateral (presente no côndilo lateral).

É uma região onde existe cartilagem de crescimento, portanto presente apenas em jovens com potencial de crescimento (crianças e adolescentes).

É o termo dado à inflamação da epífise. Uma das mais conhecidas no joelho é a Epifisite ou Doença de Osgood-Schlatter.

É uma área do osso em que há alguma alteração crônica de sobrecarga local e forma um osso com características diferentes (mais compacto) naquele local.

São 2 elevações presentes na tíbia e facilmente vistas até no raio-x. Podem estar com o formato alterado nos portadores de artrose e podem ser avulsionadas (arrancadas) após alguma lesão do ligamento cruzado.

Faceta é o mesmo que face ou lado. Geralmente se refere à patela, sendo a faceta medial o lado mais interno e a faceta lateral, o lado mais externo. Ambos se articulam com o fêmur e podem apresentar lesão em sua cartilagem de revestimento.

Se refere a um cisto ou a um conjunto de cistos, geralmente de caráter benign

É região detrás do joelho.

É uma denominação para um derrame articular bastante leve e sem grande significado. Pode ocorrer também ao redor de músculos quando há alguma lesão muscular.

É um tipo de fratura em que ocorre um “amaçado” em determinada região do osso, se comportando diferente da fratura desviada (aquela em que o osso “se parte”). Não costumam serem vistas nas radiografias, apenas na ressonância e é muito comum ocorrer após umas lesão do LCA (ligamento cruzado anterior) ou fratura de estresse por sobrecarga após movimentos repetitivos como prática de esportes principalmente os de impacto como corrida.

É uma fratura ocasionada por um osso frágil, doente. Geralmente ocorre em pessoas de mais idade e costuma ser chamada também de osteonecrose.

É o nome dado à artrose do joelho.

É uma camada de gordura que fica logo atrás do tendão patelar e tem a função de reduzir o atrito e impacto neste local.

É o nome dado à inflamação da gordura de Hoffa.

Quer dizer “dentro da substância”, ou seja, na região mais interna do menisco e mais longe de sua superfície. Se imaginarmos o menisco como uma fruta, teríamos a casca como o revestimento externo e a região intrasubstancial que seria a polpa.

É um acúmulo localizado de depósito de cálcio, uma região do osso em que houve calcificação acime do normal, não representa nenhum problema e não causa qualquer sintoma. É encontrada acidentalmente em ressonâncias.

É um acúmulo localizado de depósito de cálcio, uma região do osso em que houve calcificação acime do normal, não representa nenhum problema e não causa qualquer sintoma. É encontrada acidentalmente em ressonâncias.

É quando a patela (rótula ou “bolacha do joelho”) tem a tendência a se posicionar mais externamente em relação ao fêmur, podendo causar sintomas como instabilidade (sensação de que vai deslocar-se) ou dor.

É quando um ligamento, músculo ou tendão apresenta alteração de sua forma normal mas não chega ao ponto de romper por completo.

É uma lesão mais severa e se comporta geralmente como uma lesão completa já que praticamente todas as fibras estão rompidas. Lesões parciais extensas de alguns ligamentos como o LCA geralmente causam frouxidão e são cirúrgicas. Outros ligamentos como o LCP e LCM por exemplo tem boa capacidade de cicatrizar-se.

São os ligamentos mais periféricos do joelho. Temos o ligamento colateral medial na parte interna do joelho e o ligamento colateral lateral na parte mais externa.

Existem 2: o ligamento cruzado anterior e o ligamento cruzado posterior. Estão na região bem central do joelho e cruzam do fêmur à tíbia. Quando qualquer um dos dois se rompe, causa instabilidade do joelho (frouxidão), algumas vezes só percebida durante atividade esportiva.

Como o nome diz, é um ligamento que vai da patela (rótula) ao fêmur. Ele impede a patela de deslocar-se lateralmente e geralmente é rompido após uma luxação (deslocamento) lateral da patela. Algumas vezes requer cirurgia e outras nã

É o conjunto formado pelas estruturas da parte de frente do joelho / coxa. Podemos citar o quadríceps com seu músculo e tendão, a patela e o tendão (ou ligamento) patelar. Sobrecargas de atividade nesta região pode eventualmente serem vista na ressonância.

É um menisco mal formado já presente desde o nascimento. O menisco normal tem forma da letra C ou meia-lua, o menisco discóide é mais arredondado se assemelhando mais a um disco, daí o nome discóide.

É o nome dado a um processo inflamatório na região da tuberosidade anterior da tíbia (TAT) e tendão patelar que ocorre em pré-adolescentes. Geralmente a criança deve ser afastada de atividades de impacto e a inflamação se resolve quando a cartilagem de crescimento se fecha no fim da adolescência.

Podemos considera-los sinônimos. Refere-se ao desgaste da articulação, detacando-se a erosão da cartilagem mas também costuma apresentar degeneração de outras estruturas e tecidos como os meniscos e ligamentos.

É uma fratura ocasionada por um osso frágil, doente. Geralmente ocorre em pessoas de mais idade e costuma ser chamada também de fratura por insuficiência.

É um conjunto formado por 3 tendões (sartório, grácil e semi-tendíneo) que se unem em forma de uma pata (daí o nome) e se ficam na região ântero-medial da tíbia (ou seja, na parte da frente e mais interna da canela já próximo ao joelho). É uma fonte comum de dor e inflamação.

“Peri” que dizer periferia ou arredores; “ite” significa inflamação. Dessa forma, o termo perimeniscite significa inflamação ao redor do menisco.

Se refere aos ligamentos mais centrais do joelho (LCA e LCP).

É a região de cima da tíbia que se articula com o fêmur. Possui uma cartilagem de revestimento e é em cima dela que se apóia os meniscos e o fêmur. Se imaginarmos o joelho como um cômodo de uma casa, o planalto da tíbia seria o chão.

É um tecido mole, uma espécie de membrana que era para ter sido reabsorvida durante a formação do joelho no feto mas que persistiu. Geralmente não causa nenhum sintoma ou problema, a não ser que fique interposta entre 2 ossos e inflame.

Imagine que o menisco tenha a forma da letra C, ele bem fixo ao osso da tíbia na extremidade final da frente e na de trás também, formando a raiz anterior do menisco e a raiz posterior do menisco, respectivamente.

É quando o sinal de ressonância da sinóvia (membrana que cobre toda a região interna do joelho) encontra-se aumentado, traduzindo inflamação. É um indicativo se sinovite.

É a inflamação da sinóvia ou membrana de revestimento interna do joelho.

“Sub” significa abaixo e “condral” se refere à cartilagem. O osso subcondral é o osso imediatamente abaixo da cartilagem que a apóia como um alicerce. Quando este osso afunda por exemplo, a cartilagem fica sem apoio e afunda também.

É a região acima da patela, na parte da frente da coxa. É um local frequente de derrame articular (muitas vezes o líquido do derrame se acumula neste local) e de sinovite.

É o ligamento que une a patela à parte da frente da tíbia. Pode ser fonte de inflamação (tendinite patelar).

É um tendão que se encontra localizado bem profundo no joelho na parte posterior e lateral.

É o tendão logo acima da patela formado pela união de quatro músculo com seus tendões (daí o termo “quadri”). São eles: reto femoral, vasto intermédio, vasto medial e vasto lateral (todos na região anterior da coxa).

O termo “patia” se refere à doença; o termo “ite” se refere á inflamação. Sendo assim, tendinopatia se refere a qualquer doença do tendão (inclusive tendinite) e tendinite significa um processo mais agudo.

Significa movimentação de uma estrutura em relação à outra. Por exemplo, translação anterior da tíbia é quando a tíbia está mais a frente do que devia em relação ao fêmur e isso pode traduzir uma lesão no LCA (ligamento cruzado anterior).

É uma estrutura tendinosa que passa na região leteral do joelho e é fonte comum de tendinite, causando a Tendinite do Trato Iliotibial ou Síndrome de Atrito do Tratoiliotibial (ou bandeleta iliotibial).

É a região proeminente na frente da tíbia onde o tendão patelar se fixa.

Como o nome já diz, é a região mais “barriguda” do músculo onde se encontram as fibras musculares responsáveis pela contração e o movimento. Nas extremidades dos músculos é onde se encontram os tendões.

É o ponto de encontro das facetas medial e lateral da patela. Se imaginarmos a patela em forma da letra V, o vértice seria a parte de baixo do V onde os seus dois lados se encontram.

O menisco possui zonas distintas em relação à sua vascularização (circulação) sanguínea. A região mais periférica possui circulação de sangue por isso é chamada de zona vermelha (lesões nessa região podem eventualmente cicatrizar-se). A região mais interna do menisco não praticamente não possui circulação de sangue, daí o nome “branca” (lesões nessa região não costumam cicatrizar jamais).

É a região da cartilagem ou osso onde passa carga de peso do nosso corpo. Nem todas as áreas do joelho suportam carga. As áreas que suportam mais carga são os côndilos do fêmur (principalmente o medial) e portanto, lesões nessas áreas são bem mais complicadas de serem tratadas.

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